1.3.11

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3 Opiniões:

Anónimo disse...

A guerra acabou, os generais e almirantes ultrapassam em 10 x os que seriam necessários.Não vou propôr que sejam eles a guardar os paiois de armas e munições porque já não sabem meter um carregador numa G3.Mas são tantos, que bem podem apresentar uma ideia luminosa para resolver um assunto que é do mais elementar que é possível imaginar no exército.Lembro-me duma história do plantão ao banco.Um dia alguém no Regimento de Cavalaria n° 7 (ali na calçada da Ajuda) de patente não superior a coronel ordenou que fosse pintado um banco (tipo banco de jardim) que se encontrava na parada.Naturalmente, como tudo o que é pintado necessita de um período de secagem.Para evitar que alguém se sentasse durante um dia ou dois que seriam necessários para que o banco secasse nomeou-se em ordem de serviço um plantão ao banco que deveria estar junto do mesmo justamente para evitar que alguém se sentasse.Seis meses depois a ordem de serviço continuava a nomear um soldado todos os dias para fazer o tal serviço de plantão ao banco. Isto passava-se no tempo da guerra colonial em que os efectivos eram sempre insuficientes para a dita guerra.Hoje com pessoal em excesso nomeie-se um plantão ao paiol!

Anónimo disse...

Eis a minha tese sobre a natureza do militar português e o seu contexto:1 - Um militar português é um agricultor frustrado que nunca conseguiu colher um par de cenouras e viu no exército uma saída para sair da casa dos pais que vivem em Moimenta da Beira; quando se tornou adulto (aos 50 anos), concluiu que a culpa foi das cenouras e por isso, revoltou-se contra o sistema e a cadeia de comando - ninguém consegue avaliar no fundo esta realidade oculta e reprimida dum sofredor luso que tanto ama a pátria (e a carteira via comissões de serviço para defender Portugal na Bósnia). 2 - Os generais, que compreendem a dialéctica da cenoura (eles próprios passaram por ali), em nome do rigor militar, repudiam este tipo de comportamento inadmissível e tudo farão para punir o infractor que em nada deve ser confundido com a nobre instituição que representam (mais os seus valores).3- O Sr. Ministro da Defesa concorda, reitera e mostra-se indignado.4- No final fica tudo na mesma.Mas todos querem é mama, cerveja e guito. E quanto menos se fizer, melhor. Cambada de inúteis.

dia 21 disse...

no tempo da guerra colonial não havia tantos mamões, mas a culpa nem é deles . . . , por este andar qualquer dia é como aquele anuncio do leite, onde dizem q nos açores existem duas vacas por cada habitante . . .